OS GARISNAT EXISTEM PARA SALVAR O PLANETA TERRA. Nós fazemos a nossa parte. E, você?

OS GARISNAT EXISTEM PARA SALVAR  O PLANETA TERRA. Nós fazemos a nossa parte. E, você?
PLANTANDO UMA ÁRVORE, CUIDAMOS DA SAÚDE DO PLANETA E NOSSA!

LUTEMOS POR UM PLANETA JUSTO, SOLIDÁRIO e SUSTENTÁVEL!

LUTEMOS POR UM PLANETA JUSTO, SOLIDÁRIO e SUSTENTÁVEL!
Associação GARISNAT_ÁguaLimpa_TerraViva_planetaharmonia

sexta-feira, 17 de março de 2017

DEGRADAÇÃO AMBIENTAL:

EM ÁREA SITUADA NA AMAZÔNIA LEGAL. 

Conheça a decisão do TRF da 1ª Região condenou uma empresa e três pessoas ao pagamento de indenização por danos materiais a ser revertido ao fundo destinado à reconstituição dos bens lesados e ao reflorestamento da área desmatada. O fato decorre de ilícito penal consistente na fraude do sistema de controle ambiental implantado pelo Ibama para emissão do Documento de Origem Florestal - DOF, que corresponde a uma licença obrigatória para o controle de transporte e armazenamento de produtos e subprodutos florestais de origem nativa. A fraude ocorreu por meio da inserção de dados falsos no sistema DOF permitiu que grande número de empresas passasse a ter créditos fictícios, legitimando operações de comercialização de madeiras extraídas de forma ilegal (desmatamento). Além de a inserção dos créditos, o ilícito se materializava também na impressão dos DOFs para acobertar o produto durante o seu transporte. Saiba mais em:http://direitoambiental.com/desmatamento-na-amazonia-legal…/

[Albenir Querubini]

terça-feira, 7 de março de 2017

QUAL O PESO DA TERRA?

Você já parou para pensar qual o peso da Terra? 

Claro que não temos como colocar o planeta em uma balança – até porque não caberia – mas um físico britânico, chamado Henry Cavendish, resolveu fazer essa conta. E isso foi em 1797.
Ele descobriu que o nosso planeta pesa, nada mais nada menos, que 5,9 sextilhões de toneladas (ou 5.972.000.000.000.000.000.000). 
Na verdade, o certo é se falar a “massa”, já que “peso” é o resultado da atração gravitacional de um objeto maior (geralmente a própria Terra) sobre um menor.
Calcular a massa do nosso planeta é um desafio antigo: em 1737, a expedição do cientista francês Pierre Bouguer usou o período de oscilação de um pêndulo, que variava com a gravidade em diferentes altitudes, para fazer uma estimativa. O número em que ele chegou é quase três vezes maior do que o valor atual.
Vários experimentos foram realizados ao longo do século 18 até se chegar aos 5,9 sextilhões, já calculados pelo físico britânico Henry Cavendish. Era preciso confirmar!
[Varejão do Estudante]

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

PRESERVAÇÃO DE MANANCIAL:



Direito Agrário
Direito Agrário

Imóvel agrário que preservar manancial poderá ter isenção do ITR

“A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou o Projeto de Lei 5674/16, que isenta do Imposto Territorial Rural (ITR) o imóvel rural que tenha solo com restrição de uso e mantenha manancial devidamente preservado.
Pela proposta, a isenção dependerá de laudo do órgão ambiental competente, que atestará as limitações do uso do solo e as boas condições de preservação do manancial existente. De autoria do deputado Marcio Alvino (PR-SP), o projeto altera a Lei 9.393/96, que trata do ITR.
O parecer do relator, deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), foi favorável à proposta. ‘Consideramos de grande valor o incentivo à manutenção de mananciais e consequentemente à ‘produção de água’ pelos agricultores’, disse. ‘Inegável a importância de se preservar o meio ambiente para que o próprio sistema produtivo agropecuário seja sustentável ao longo do tempo‘, completou.
Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania”.
Fonte: Agência Câmara Notícias, 31/01/2017 (Reportagem – Lara Haje/Edição – Natalia Doederlein).
 Direito Agrário

Conheça a íntegra do PL 5674/2016:


PROJETO DE LEI Nº 5674, DE 2016

(Do Sr. Marcio Alvino)

Dispõe sobre isenção do Imposto Territorial Rural – ITR para imóvel rural com manancial devidamente preservado, quando houver restrição para uso do solo em outras atividades, observada a legislação ambiental.

O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º O art. 3º da Lei nº 9.393, de 19 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescido do seguinte inciso III:
“Art. 3º …………………………………………………………………….. ………………………………………………………………………………..
III – o imóvel rural com manancial devidamente preservado, quando houver restrição para uso do solo em outras atividades, observada a legislação ambiental. Parágrafo único. A isenção prevista no inciso III dependerá de laudo do órgão ambiental competente que ateste as limitações do uso do solo e as boas condições de preservação do manancial existente.” (NR)
Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO


O presente Projeto de Lei visa incentivar a proteção de mananciais e conceder benefício fiscal aos imóveis rurais na proteção dos mananciais existentes.
É sabido que vários estados passam por crise de falta de água, notadamente o Estado de São Paulo, o que impõe a busca por medidas que fomentem a preservação dos mananciais que abastecem nossas cidades.
A par disso, é necessário valorizar e beneficiar os imóveis que efetivamente preservem os mananciais existentes em sua área, razão pela qual é importante conceder isenção do Imposto Territorial Rural – ITR.
Forte nessas razões, peço, como Presidente da Frente Parlamentar Mista dos Municípios Produtores de Água, apoio dos nobres pares no sentido de aprovarmos este projeto que certamente resultará em benefício ambiental muito significativo.
Sala das Sessões, em de de 2016.
Deputado MARCIO ALVINO

Direito Agrário

Veja também:

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

LIXO MAU CHEIROSO:

POR QUAL MOTIVO O LIXO CHEIRA MAL?!?


Você já notou que quando passamos por um algum local cheio de lixo sentimos um cheiro ruim? Isso tem uma explicação, os lixos que fedem são os que contêm produtos orgânicos, como restos de alimentos. Neles, fungos e bactérias se instalam para se alimentar e liberam gases fedidos, como o metano.

Então quer dizer que nem todo lixo tem cheiro ruim? Isso mesmo! Os lixos que não têm cheiro ruim são feitos de materiais como garrafas pet, vidros e latinhas de alumínio – desde que estejam livres de restos de comida, claro!

Por isso, é tão importante separar o lixo orgânico do inorgânico. Não misture recicláveis com orgânicos – sobras de alimentos, cascas de frutas e legumes. Coloque plásticos, vidros, metais e papéis em sacos separados. Outra dica é lavar as embalagens do tipo longa vida, latas, garrafas e frascos de vidro e plástico. Seque-os antes de depositar nos coletores. Papéis devem estar secos. Podem ser dobrados, mas não amassados.

Embrulhe vidros quebrados e outros materiais cortantes em papel grosso (do tipo jornal) ou colocados em uma caixa para evitar acidentes. Garrafas e frascos não devem ser misturados com os vidros planos.
Agindo desta maneira, você facilita o trabalho do gari e também mantêm o seu lixo mais organizado.

[Varejão do estudante]

O SABER AMBIENTAL: NA FILA DO SUPERMERCADO

Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos plásticos não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.
- Você está certo – respondeu a senhora.
Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. 
Naquela época, as garrafas de leite e cerveja eram devolvidas à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente, não preocupamos com o ambiente no nosso tempo.
Subíamos as escadas, porque não havia escalas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro, a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões de casa.
Não nos preocupávamos com o ambiente. 
Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis.
A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.
Os filhos menores usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos, e não sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias.
Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como não sei.
Na cozinha, tínhamos que bateu tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós. Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico bolha ou pallets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos de plástico e garrafas pet que agora lotam os oceanos. 
Recarregávamos nossas canetas com tinta inúmeras vezes ao invés de comprar outra.
Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora aparelhos descartáveis, quando a lâmina perdia o corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.
Havia só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites no espaço para encontrar pizzaria mais próxima.
Então, não é incrível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não queria abrir a mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época!
Uma aula gratuita ministrada por uma idosa considerada ultrapassada.

[Albenir Querubini]

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

PROCEDIMENTOS DO CULTIVO:

Alimentos são rastreados das lavouras até os supermercados:

[Albenir Querubini]

Conhecer os procedimentos do cultivo, incluindo os agroquímicos aplicados nos produtos, é exigência crescente dos consumidores:

Alimentos são rastreados das lavouras até os supermercados César Lopes/Especial
Produtor Blásio Etges anota a quantidade de agroquímicos e resíduos nos produtosFoto: César Lopes / Especial
Com caderno de campo e caneta em mãos, o produtor Blásio Auri Etges anota cada detalhe da produção de hortaliças em 10 estufas, no interior de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. Há pouco mais de um ano, o agricultor passou a registrar os procedimentos do cultivo, com cuidados específicos do preparo da terra até a colheita. Em um mês, a propriedade deverá concluir o processo para fornecer folhosas com rastreabilidade a uma grande rede de supermercados.
— Dá trabalho, cada cultura tem o seu caderno de campo, tudo é numerado. Mas estamos apostando que esse será o futuro do mercado — diz Etges, que trabalha na propriedade ao lado da mulher Rojani Maria, e dos filhos Anderson, Vivian e Marcos.
Em 2015, o agricultor participou de treinamento do Sebrae voltada a boas práticas agrícolas, quando foi incentivado a investir na rastreabilidade. Na época, técnicos da rede Walmart passaram a fazer o acompanhamento técnico da produção. A propriedade fornece produtos diariamente a restaurantes e supermercados da região, além de participar de chamadas públicas para compras de merenda escolar. Agora, com a rastreabilidade a caminho, Etges terá como garantir a qualidade das folhosas e dos tomates produzidos pela família:
— Controlamos a quantidade de agroquímicos e os resíduos nos produtos. E queremos que essa informação chegue ao consumidor, a generalização não é justa.
Conhecer a origem dos produtos é uma exigência crescente entre os consumidores, confirma Antônio Cesa Longo, presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). Em pouco mais de um ano, a entidade planeja ter boa parte de frutas, verduras e legumes rastreados nos grandes e médios supermercados do Estado.
— Estamos fazendo um trabalho grande para isso. Os hortigranjeiros certificados serão segregados do restante da produção — adianta o presidente da Agas.
Leia mais:



Embora o processo envolva custos, o dirigente afirma que a intenção é de que não represente aumento de preço. A iniciativa integra o programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), uma parceria entre o Ministério da Agricultura e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O projeto-
piloto envolveu mais de 30 redes de supermercados em Santa Catarina e agora será implantado no Rio Grande do Sul e no Paraná.
— A ideia é reunir as informações em um site, e a médio prazo QR Code com imagens da propriedade — detalha Longo.
Treinamentos no campo
Em dois anos, 270 produtores gaúchos de frutas, legumes e verduras serão treinados em programa voltado a fornecedores de redes de supermercados. O treinamento envolve boas práticas, monitoramento, gestão e segurança alimentar. Iniciado no começo do ano, o projeto será desenvolvido nas principais regiões produtoras de hortigranjeiros: Metropolitana, Litoral, Serra e vales do Caí, Sinos, Rio Pardo e Taquari.
— A adesão é voluntária e a ideia é preparar a propriedade para implantar a rastreabilidade, ganhando tempo nesse processo — explica André Bordignon, coordenador estadual de Horticultura do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS), que desenvolve o projeto em parceria com a Federação da Agricultura do Estado (Farsul), dentro do Juntos Para Competir.
A implantação do programa nos hortigranjeiros no Estado, ainda incipiente, vai exigir organização maior das propriedades.
— Esse processo requer mudança de comportamento. Muitos produtores não estão acostumados a anotar todos os procedimentos feitos na lavoura — diz Derli Paulo Bonine, assistente técnico regional da Emater.
O rastreamento da produção é também uma forma de os supermercados dividirem a responsabilidade da segurança alimentar com os agricultores. Hoje, há alguns produtos com selos de procedência, onde é possível verificar apenas a origem dos alimentos - mas não necessariamente os procedimentos adotados na produção.
— Cuidados com solo, água e uso de agroquímicos serão peneiras para acessar mercados — projeta Bonine, prevendo também melhor remuneração a produtos que atendam a essas normas.
Rastreabilidade nas gôndolas
— O processo permitirá que os consumidores consultem informações de frutas, verduras e legumes antes da compra.
— Por meio de um código de barras, site ou QR Code, será possível conhecer a origem e os procedimentos da produção, desde a quantidade de químicos colocados nos produtos até a data da colheita.
— A longo prazo, os supermercados projetam um QR Code com imagens da propriedade onde os alimentos foram produzidos, aproximando o consumidor da produção.
— Para certificar as propriedades, técnicos de redes de supermercados ou de empresas contratadas fazem o controle e monitoramento da produção.

sábado, 21 de janeiro de 2017

SEMENTES e MUDAS:

Guia para propagação de árvores brasileiras: 


Está disponível um livro essencial para aqueles que trabalham com a produção de sementes e mudas. A obra “Sementes e mudas: guia para propagação de árvores brasileiras” apresenta mais de 200 espécies florestais nativas  com riqueza de detalhes, que vão desde suas características morfológicas, com fotos coloridas de folhas, sementes e frutos, até informações técnicas para a produção, como dados para coleta de sementes, beneficiamento, semeadura e produção de mudas.
Os autores do livro Pedro H. S. Brancalion e Carlos Nogueira Souza Júnior apresentam também os processos básicos de produção de sementes e mudas, sendo um manual básico para todos os profissionais envolvidos no cultivo ou utilização de espécies nativas para a recuperação de áreas degradadas, paisagismo, silvicultura urbana ou produção de madeira e frutos.

Sobre os autores 

Pedro H. S. Brancalion é professor doutor da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), onde coordena o Laboratório de Silvicultura Tropical (Lastrop).
Carlos Nogueira Souza Júnior é graduado em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário de Araraquara, possui especialização em Tecnologia de Produção de Sementes Florestais pelo Instituto de Botânica de São Paulo e é proprietário do Viveiro Camará, com mais de 20 anos de experiência na produção de sementes e mudas para recuperação de áreas degradadas.
No. de páginas: 464 | Formato: 17 x 25 cm | Preço: R$ 135,00
ISBN: 978-85-7975-224-7| Acabamento: Capa dura

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ANIMAIS: bens móveis e não mais como coisas.


A Câmara analisa o Projeto de Lei 3670/15, do Senado, que estabelece que animais não sejam considerados coisas, mas bens móveis.
A proposta, do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), altera o Código Civil (Lei 10.406/02) ao prever uma nova natureza jurídica dos animais. Anastasia defendeu uma mudança de paradigma jurídico no Brasil em relação aos animais, já que muitos países avançaram em sua legislação.
“Alguns países europeus avançaram em sua legislação e já alteraram os seus Códigos, fazendo constar expressamente que os animais não são coisas ou objetos, embora regidos, caso não haja lei específica, pelas regras atinentes aos bens móveis. Isso representa um avanço que pode redundar no reconhecimento de que os animais, ainda que não sejam reconhecidos como pessoas naturais, não são objetos ou coisas", afirma o autor.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
  • PL-3670/2015

AGROTÓXICOS OU DEFENSIVOS - URBANOTÓXICOS:

Início / Notícias / Agrotóxicos ou Defensivos Agrícolas vs. Urbanotóxicos
Direito Agrário
Direito Agrário

PERIGO, na certa; mas no Brasil como usam? Diferente de outros países?!?

Por Ivo Lessa.
O Senhor Pimentão entra em um Supermercado e precisa adquirir um inseticida para controle de insetos na sua casa. Ele não busca informação de ninguém, vai à prateleira e pega aquele que sempre seus antecedentes utilizaram.
O que tem de errado no texto acima frente às discussões sobre agrotóxicos que enfrentamos no dia-a-dia por cidadãos urbanos?
Antes de ver os erros vamos ver as coincidências:
– inseticida, isto é, mata insetos, mosquitos, mariposas, borboletas, pulgas, baratas, etc… Agora, qual a diferença entre os produtos utilizados na gôndola do supermercado e o comprado nas revendas agropecuárias? A concentração, mas não esqueçam que a diferença entre o remédio e o veneno é a dose.
– comprar na prateleira do supermercado é um ato permitido a qualquer pessoa, de qualquer idade. Sim, estou colocando que o teu próprio filho pode pegar e fazer o uso de um produto “veneno” só porque ele esta dentro de um supermercado.
– buscar informações com o gerente da loja, fiscais de interior ou os caixas cobradores. Parece piada, mas quem pode dar uma informação além de dizeres nas próprias embalagens. Quanto ao produto utilizado na agricultura temos a revenda, pessoas treinadas para o atendimento e o profissional que emite o receituário.
Qual o maior problema do nosso “criminoso” pimentão? O Brasil utiliza as recomendações técnicas para agroquímicos por cultura, ao invés de recomendar por famílias de plantas. O famoso pimentão é parente próximo do tomate, e ninguém viu tomate contaminado.
Voltemos aos nossos urbanotóxicos. Será que darmos uma carga de qualquer inseticida da gôndola do supermercado em um pé de alface ali encontrado e se mandarmos analisar em um laboratório toxicológico não aparecerão indicativos daquele princípio ativo, talvez não recomendado para esta cultura a campo?
Como agrônomo, não especialista nesta área, fico imaginando a ignorância de um produtor rural colocando produtos caros em excesso só para obter prejuízo em sua atividade.
Busco o texto “Bravatas sobre a agropecuária brasileira” de Marcos Jank, coloco uma interpretação que necessita ser aprofundada: Qual a diferença entre EXCESSO e DISTORÇÃO? “Não é de espantar que o Brasil, com uma agricultura situada entre as maiores do mundo, seja um país que apresenta o maior consumo de defensivos, erroneamente chamados de “veneno”. Ocorre, porém, que o correto não é comparar consumo absoluto, mas sim relativo, por hectare ou por unidade de produto gerada. Nosso consumo médio de defensivos é de 5 kg de ingredientes ativos por hectare, bem abaixo do observado na Holanda (20,8 kg), no Japão (17,5 kg) e na Bélgica (12 kg), países que gostam de apontar o dedo contra o Brasil”.
O que espanta neste sentido é que fica a imagem que o Brasil não gosta do Brasil, não gosta do que o Brasil produz, quanto pior melhor, incluindo a posição da AMRIGS que fez vários eventos pelo interior do RS, discutindo os agrotóxicos.
Médico não se alimenta, mas talvez tome muito Coca-Cola, com seu pH ácido e altos teores de açúcar.

Ivo Lessa – Engenheiro Agrônomo, formado pela UFRGS, com especialização em Gestão do Agronegócio e Gestão Ambiental. Consultor da FARSUL desde 2003, após passagem pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Guaíba/RS em 2002/2003, onde foi implantador das remediações do Aterro Sanitário do Município e criou o Código Ambiental Municipal. Conselheiro do IRGA – Instituto Riograndense do Arroz desde 1996, representando os produtores de arroz do município de Guaíba. Atualmente é diretor de interiorização da SERGS e Conselheiro do CREA/RS representando a SERGS na Câmara de Agronomia e plenária do Conselho. Representante titular da FARSUL no CONSEMA – Conselho Estadual de Meio Ambiente junto a SEMA/RS, sendo Presidente de várias Câmaras Técnicas (Biodiversidade, Agropecuária e Recursos Administrativos). Atual Presidente da Sociedade de Agronomia do Rio Grande do Sul – SARGS.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

AS FORMAS DE ENERGIAS SUSTENTÁVEIS:

A energia sustentável é aquela que é gerada e fornecida de modo a atender as necessidades atuais, porém sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazerem as suas necessidades. As principais fontes de energia sustentável são as renováveis e limpas, com nenhum ou muito pouco índice de geração de CO2 (dióxido de carbono) e outros gases do efeito estufa.
Principais fontes de energia sustentável são:
– Energia eólica: é a transformação da energia do vento em energia útil, tal como na utilização de aerogeradores para produzir eletricidade, moinhos de vento para produzir energia mecânica ou velas para impulsionar veleiros.
– Energia solar: é um termo que se refere à energia proveniente da luz e do calor do Sol. É utilizada por meio de diferentes tecnologias em constante evolução, como o aquecimento solar, a energia solar fotovoltaica, a energia heliotérmica, a arquitetura solar e a fotossíntese artificial.
– Hidroeletricidade (gerada em usinas hidrelétricas): é a energia elétrica obtida através do aproveitamento da energia potencial gravitacional de água, contida em uma represa elevada. A potência gerada é proporcional à altura da queda de água e à vazão do líquido.
– Energia das marés: também conhecida como energia maremotriz, é obtida por meio do aproveitamento da energia proveniente do desnível das marés. Para que essa energia seja revertida em eletricidade é necessária a construção de barragens, eclusas (permitindo a entrada e saída de água) e unidades geradoras de energia.
– Energia geotérmica: é a energia obtida a partir do calor proveniente do interior da Terra. O calor da terra existe numa parte por baixo da superfície do planeta, mas em algumas partes está mais perto da superfície do que outras, o que torna mais fácil a sua utilização.

ANIMAIS HÍBRIDOS:


Você sabia que o burro é um animal híbrido? Mas por que ele é classificado desta maneira? É simples. O animal híbrido é um tipo de espécie originária de um processo de reprodução entre animais diferentes. Ou seja, a reprodução entre espécies distintas, quando possível, gera animais chamados híbridos, ou mestiços. O burro, por exemplo, é o resultado do cruzamento entre a égua e o jumento.
Esse tipo de reprodução pode acontecer entre animais que tenham o mesmo número de cromossomos ou em animais geneticamente diferenciados. Os animais híbridos podem ser gerados por meio de um processo de engenharia genética, ou de maneira espontânea na natureza.
Este fenômeno foi estudado pela primeira vez em plantas por Joseph Gottlieb Kölreuter durante o século XVIII, embora existam citações mais antigas sobre esse assunto, tanto em plantas como em animais.
Cientistas acreditam que, em razão das mudanças climáticas, a hibridação será um processo evolutivo natural nos próximos anos. A destruição de habitats e a extinção de espécies obrigarão alguns animais a se reproduzirem com animais de espécies diferentes. Esse processo já acontece entre tigres e leoas, zebras e éguas, e entre ursos de espécies distintas.
Vamos conhecer alguns desses animais?
Zebralo – O Zebralo ou Zégua é fruto do cruzamento de cavalos e zebras. A junção desses dois equinos não surgiu somente de manipulação, ela também acontece no meio natural. O Zebralo é uma espécie de cavalo mais forte, com listras em algumas partes do corpo, como as pernas ou a traseira.
Gato Savannah – O Gato Savannah é uma mistura de gato doméstico comum com o Serval, um felino africano selvagem. O cruzamento gerou um gato diferente, com orelhas grandes e marcas nos pelos. Além disso, o  gato geneticamente manipulado pode pesar até 14 quilos e chega a ter 1 metro de comprimento. Todo esse tamanho vem junto com um comportamento dócil e amigável.
Urso Grolar – O Urso Grolar, mistura entre o urso polar e o urso marrom, é um tipo de híbrido que pode ser encontrado na natureza. Eles têm características genéticas semelhantes, mas vivem em habitat naturais distantes. Acontece que, com o derretimento do Ártico, os ursos polares estão migrando para o território dos ursos marrons e o resultado disso é que as espécies passaram a cruzar entre si.
[Varejão do Estudante]

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL:


Quando olhamos para a nossa natureza e vemos os rios, mares e florestas, achamos que tudo é uma imensidão e que nada terá fim. Mas as coisas não são bem assim. O meio ambiente é finito, isto é, se não cuidarmos vai chegar um momento em que ele não irá mais existir. E nós precisamos ter uma consciência ambiental para vivermos em um mundo melhor.
Mas afinal, o que é consciência ambiental? De um modo geral, trata-se da habilidade de compreender o meio ambiente em que se vive, as ações realizadas em relação a ele, os impactos causados a curto, médio e longo prazos. Esta consciência só se torna completa, quando ampliamos a nossa percepção e percebemos que a consciência ambiental não deve apenas ser cuidada dentro da própria casa, mas em todo o planeta.
E para termos consciência é preciso termos conhecimento das coisas que estão no nosso dia a dia e que podem afetar a nossa vida e o meio ambiente. Por exemplo: sabemos que os carros são emissores de gases poluentes, assim como as indústrias. Sabemos, ainda, que os países mais ricos e consumistas do mundo são os maiores emissores de gases do efeito estufa. Mas, ser consciente é apenas saber de todas essas coisas? Não necessariamente. A consciência ambiental, assim como qualquer outra consciência, tem pouquíssima utilidade quando não é transformada em ação, quando não é capaz de mobilizar grupos e pessoas na busca por soluções.
Mas por outro lado, sem consciência, fica muito mais difícil iniciar um caminho de transformação ao ponto de mudar uma realidade. E, quanto mais forte for a consciência ambiental, maior também será o senso de responsabilidade em relação ao planeta. A consciência ambiental tem o papel fundamental de nos fazer refletir para agir. Proporciona um tipo de conhecimento muito rico e verdadeiramente vital para a preservação dos recursos naturais, da biodiversidade e, por consequência, de todos nós.

BESOURO TIGRE:

O inseto mais rápido e feroz do mundo!



besouro-tigre constitui um grupo de insetos conhecidos 
por seus hábitos predatórios. É um animal muito rápido 
e feroz ao atacar uma presa. O animal consegue atingir 
velocidades de até 8 Km/h, que corresponde a 120 
vezes o comprimento do seu corpo em um segundo. 
É tanta velocidade que o animal não consegue captar 
rapidamente a luz suficiente para formação de 
uma imagem, ficando cego durante perseguição de 
sua presa.
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Durante suas caçadas, o 

besouro-tigre faz pequenas
 pausas para poder se 
localizar. Mesmo assim,
 a presa não terá vida fácil 
para o inseto mais veloz 
do mundo, que ganha até 
mesmo do homem mais 
rápido do mundo e recordista 
olímpico, Usain Bolt. 
O corredor percorre 
somente cinco vezes 
a distância equivalente ao comprimento de seu 
corpo em um segundo. As antenas do animal 
funcionam como detectores de obstáculos para 
evitar colisões.
besouro-tigre é tão voraz, que mesmo no estado de larva, 
briga com diversas presas. Nessa fase inicial de sua vida, ele
 cria um túnel vertical na terra e espera que as presas caiam
 nele. Além de veloz e feroz, este besouro é muito inteligente!
Atualmente existem cerca de 2.000 mil espécies conhecidas 
deste besouro. As espécies de áreas tropicais vivem em 
árvores, mas a grande maioria pode ser encontrada junto ao 
chão, em praias, dunas, praças e jardins, dentre outros outros 
locais.