OS GARISNAT EXISTEM PARA SALVAR O PLANETA TERRA. Nós fazemos a nossa parte. E, você?

OS GARISNAT EXISTEM PARA SALVAR  O PLANETA TERRA. Nós fazemos a nossa parte. E, você?
PLANTANDO UMA ÁRVORE, CUIDAMOS DA SAÚDE DO PLANETA E NOSSA!

LUTEMOS POR UM PLANETA JUSTO, SOLIDÁRIO e SUSTENTÁVEL!

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Associação GARISNAT_ÁguaLimpa_TerraViva_planetaharmonia

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

MOBILIZAÇÃO pelo CLIMA e pela VIDA:

29/11 tem mobilização pelo clima e pela vida
29/11/2015


Data do evento: 29/11/2015
Em dezembro deste ano, líderes mundiais estarão reunidos pela última vez nesta década para definir como nossos países enfrentarão as mudanças climáticas. Durante a Conferência do Clima de Paris, eles vão apresentar suas soluções para impedir o aquecimento acima dos 2ºC. Segundo os cientistas, este é o limite de aumento de temperatura para evitar catástrofes climáticas irreversíveis.mobilizacao mundial pelo clima convite sos
Temos de agir agora! A ação política deve ser imediata, já que nossos/as governantes continuam tímidos nas negociações e na apresentação de metas. O Brasil, sétimo maior emissor de gases de efeito estufa do mundo, precisa dar exemplo e ser mais ousado em suas metas.
Como ação urgente e imediata desta luta, convocamos a todas e todos para se reunirem conosco no dia 29 de novembro de 2015, às 11 horas, no vão do Masp, em São Paulo, na Mobilização Mundial pelo Clima.
Música, instalações, performances artísticas, coletivos nas ruas, tudo isso e muito mais no dia 29 de novembro. Os negociadores precisam saber que as pessoas estão agindo e querem ação imediata.
Programação:
11h às 14h – Concentração no vão livre do MASP com intervenções culturais e educativas.
14h – Passeata em direção ao Parque Ibirapuera.
Vem ser parte da solução você também!
A “Mobilização Mundial pelo Clima – São Paulo” é organizada por um grupo que não para de crescer e que já inclui mais de 70 organizações trabalhando juntas para exigir que os líderes mundiais tomem medidas concretas contra as mudanças climáticas. A Fundação SOS Mata Atlântica participa da iniciativa.

ÁREAS VERDES E A PROTEÇÃO DA SAÚDE NAS CIDADES:

A contribuição das árvores ou áreas verdes para a proteção da saúde nas cidades deve-se a dois fatores principais, o equilíbrio do microclima e a purificação do ar.
O equilíbrio do microclima: a presença de áreas verdes traz uma considerável melhoria e estabilidade microclimática devido a diversos aspectos, como a redução do calor e da insolação direta, a diminuição da velocidade dos ventos e a ampliação da umidade do ar. A diferença de temperatura entre regiões arborizadas e áridas numa mesma cidade pode chegar a mais de 4ºC.
Na cidade de São Paulo, vive-se atualmente um clima de deserto: quente e seco durante o dia; frio e seco durante a noite. O excesso de calor gerado pela ausência arbórea afeta significativamente o metabolismo humano, que, ao buscar a compensação térmica, causa diversos transtornos, como desidratação, falta de apetite, perda de energia e aumento da fadiga. Em crianças e idosos, esse desequilíbrio pode ser fatal.

As árvores refrescam o ambiente na medida em que modificam o grau de umidade local oriunda da liberação do vapor d’água para a atmosfera por meio do processo de evapotranspiração, diminuindo assim o calor superficial. Para completar, as copas das árvores, repletas de folhas, refletem uma parte da radiação solar que seria transformada em calor caso incidissem diretamente no solo asfaltado.
A purificação do ar: a literatura mundial relaciona a poluição do ar à redução da expectativa de vida e maior risco de infarto, pneumonia, bronquite crônica, asma e câncer do pulmão, entre outras doenças. O ar poluído já é a primeira causa ambiental de mortes no mundo, ultrapassando a água contaminada e doenças infecciosas.
Um dos benefícios mais importantes da presença de áreas verdes nas cidades é que as árvores produzem oxigênio por meio do processo de fotossíntese, reduzindo gases de efeitos estufa ou ainda captando parte das partículas finas em suspensão no ar.
A cobertura vegetal pode absorver e filtrar grade parte dos materiais particulados e elementos tóxicos, como enxofre e manganês, que ficam retidos nos troncos das árvores. Portanto, quanto mais densa a área verde, maior a proteção à nossa saúde.
Pessoas que residem próximas às áreas verdes nas cidades estão mais protegidas, em distância, das doenças cardiovasculares fatais. À medida que a moradia se distancia da área verde, aumenta-se o risco dos moradores terem infartos do coração.
Há evidências de que a proximidade às áreas verdes traz outros inúmeros benefícios físicos, psicológicos e mentais à saúde, como o próprio convívio social dessas pessoas nessas áreas, como praças, e a prática de exercícios físicos. Estudos relatam ainda ganhos como a melhora das funções cognitivas, diminuição da depressão, demência e doença Alzheimer, alívio de estresse, melhora do sono, redução da pressão arterial, diabetes, doença cardiovascular e derrame cerebral, além da melhoria da função do sistema imunológico e suscetibilidade a doenças.
Plantar árvores, manter as existentes e cuidar delas deve ser, portanto, considerado um investimento para qualquer cidade. E uma forma de os governos economizarem com saúde pública. Uma política bem feita na área ambiental combate a poluição e ajuda a promover estilos de vida mais saudáveis nos nossos centros urbanos.
*Marcia Hirota é diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica; Evangelina Vormittag é diretora presidente do Instituto Saúde & Sustentabilidade.

sábado, 14 de novembro de 2015

DANOS AMBIENTAIS:

Desastre ambiental: Ministério Público e OAB preveem punições pelo rompimento das barragens em Mariana

Danos ambientais e ao patrimônio público, mortes de seres humanos e animais são alvo da investigação


Desastre ambiental Ministrio Pblico e OAB preveem punies pelo rompimento das barragens em Mariana
Mortos e feridos, vegetação de mata atlântica destruída, córregos entupidos de lama, patrimônio histórico soterrado, gado sem vida à beira de estradas e peixes boiando inertes na lama. São muitas as consequências do rompimento das barragens do Fundão e Santarém, da mineradora Samarco, na localidade de Bento Rodrigues, em Mariana (Região Central). Passados quatro dias, a população ainda se pergunta perplexa: quem vai pagar por isso? “Queremos saber o que houve e por que, qual a dimensão das responsabilidades. Trabalhamos com força total para dar as respostas e garantir o ressarcimento à sociedade”, diz o coordenador das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e do Núcleo de Resolução de Conflitos Ambientais (Nucam), Carlos Eduardo Ferreira Pinto. Ele comanda o inquérito aberto na sexta-feira para apurar as causas e responsabilidades do desastre ambiental, considerado um dos maiores do país.
“No momento, coletamos as informações e montamos nossa estratégia. Os valores dos danos são impensáveis, mas, mesmo assim, terão que ser pagos”, afirma Carlos Eduardo, também coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Cultural, Urbanismo e Habitação (Caoma). “Vamos apurar os fatos como ocorreram e não simplesmente por meio de versões. Queremos a verdade. Houve mortes, então precisamos apurar se foi homicídio”, afirma. Paralelamente, a Polícia Civil também apura os fatos em inquérito a ser encaminhado ao MPMG.
Para o advogado Mário de Lacerda Werneck Neto, presidente da Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Seção Minas Gerais), a questão é muito ampla. “São danos causados ao meio ambiente e aos bens culturais, sem falar, principalmente, que houve óbitos. De imediato, podemos dizer que a empresa terá que pagar pelos estragos ambientais”.
Werneck explica que a mineração é atividade de risco e, portanto, a responsabilidade civil fica clara nesse aspecto. “Quando recebe o licenciamento para o empreendimento, conferido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), a empresa assume o risco presumido, ou seja, se algo der errado, ela é a culpada”, afirma o conselheiro.
“Caberá, agora, ao Ministério Público fazer o levantamento, com valores a serem pagos, de todos os problemas ocorridos no trecho atingido”, acrescenta Werneck. “O trabalho não deverá demorar muito, pois o Caoma tem os melhores profissionais. Pode ser que seja aplicada uma multa, mas há possibilidade de se firmar um termo de ajustamento de conduta (TAC) entre as partes. Infelizmente, não se pode fazer TAC para recuperar a história perdida da comunidade de Bento Rodrigues, muito menos para trazer vidas humanas de volta”, observa

CRIMINAL

O inquérito comandado pelo promotor de Justiça Carlos Eduardo Ferreira Pinto terá outros desdobramentos. “Como houve mortes, as causas serão apuradas no inquérito criminal que também estará a cargo do MPMG, juntando-se aí as investigações nas áreas civil e penal”, explica Werneck. “No caso específico dos bens culturais, não se pode mensurar valores, pois são de caráter irreversível. A história da comunidade não tem preço e tudo vai depender da apuração do MP”. O inquérito está a cargo também dos promotores de Justiça Antônio Carlos de Oliveira, da comarca de Mariana; Domingos Ventura de Miranda Júnior, de Ouro Preto; do coordenador regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente das Bacias Hidrográficas dos Rios das Velhas e Paraopeba, Mauro da Fonseca Ellovitch; e da promotora de Belo Horizonte, Andréa Soares.

ESTADO

Entretanto, nem só a Samarco estará no alvo da Justiça. “Durante o inquérito, serão apuradas todas as responsabilidades, inclusive se houve omissão do Estado. “É preciso investigar toda a documentação, se houve omissão, dolo. Com o laudo periciail, serão verificados os tipos penais que ocorreram”, afirma. “Além do inquérito do MPMG, pode ser que cada um dos moradores atingidos pelo rompimento da barragem também proponham ações individuais por dano moral e material por tudo que perderam e passaram”, conclui o advogado. Caminhos da investigação

Na Justiça

1) Inquérito aberto pelo Ministério Público de Minas Gerais apura causas do desastre ambiental em Mariana e as responsabilidades
2) Polícia Civil também abriu inquérito para apurar os danos ambientais, que, ao ser concluído, será encaminhado ao MPMG
3) Ocorrências policiais, como a morte de peixe, no Parque Estadual do Rio Doce, no Vale do Aço, também serão anexadas ao processo
4) No momento, o grupo de cinco promotores que trabalham no inquérito coleta informações para montar a estratégia jurídica

Enquanto isso... OAB ORIENTA DESABRIGADOS

A Ordem dos Advogados do Brasil/MG criou um grupo de apoio às vítimas do rompimento das barragens Fundão e Santarém da mineradora Samarco em Bento Rodrigues, em Mariana. Advogados voluntários prestaram, ontem, orientação gratuita aos desabrigados, familiares de desaparecidos e feridos na cidade da Região Central. De acordo com o presidente da OAB mineira, Luís Cláudio Chaves, a instituição também vai acompanhar as investigações sobre as causas do desastre.

Fonte: EM

CHOCOLATE e BARATAS:


Quando você come chocolate, está comendo BARATAS!

Até 60 pedaços de barata podem ser encontrados em 100g de chocolate, afirma FDA.


Quando voc come chocolate est comendo BARATAS
É isso mesmo, aquela barra deliciosa que você come com vontade, saboreando cada pedacinho, pode conter bem mais do que cacau e recheios tradicionais. Segundo o Food and Drugs (FDA), órgão que tem a mesma função que a ANVISA aqui no Brasil, cada barra de chocolate, tem em média, oito pedaços de barata.
Quando voc come chocolate est comendo BARATAS
Apesar de ser bem nojento, é importante saber, que não é apenas no chocolate, segundo o FDA, todos os alimentos possuem contaminantes de algum tipo, e é aceitável até 60 pedaços de insetos a cada 100 gramos de chocolate. Isso acontece pois os insetos acabam sendo moídos juntos com o doce, mas não devem causar grandes impactos negativos na saúde de quem os come, afetando apenas pessoas alérgica e asmáticas.
Quando voc come chocolate est comendo BARATAS
O alergista Morton M. Teich declarou à ABC News que “evitar insetos na comida é quase impossível. Você provavelmente teria que parar de comer completamente”. A solução seria o uso de pesticidas, uma alternativa bem mais nefasta para a saúde humana do que ingerir pedaços de baratas, segundo o médico.
E aí, deu nojo?

Fonte: http://www.equilibrioemvida.com

No Brasil

Aqui, também temos um órgão que fiscaliza e controla o que comemos e bebemos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.
Em 2 de março de 2011, a ANVISA publicou uma atualização determinado, conforme Anexo 1 (página 7) que os chocolates podem conter até 10 fragmentos de insetos em 100g do alimento. No caso de pelo de roedor, a ANVISA permite “apenas” 1 em cada 100g.
Quando voc come chocolate est comendo BARATAS
O Inmetro fez alguns testes com ovos de páscoa em 2007 para verificar se as principais empresas do ramo estavam fazendo tudo direito. O resultado desse teste está no site do Instituto. (http://www.e-farsas.com/ecaochocolate-que-comemos-tem-pedacos-de-barata.html)

PROJETO BIOMAS

Pesquisa inédita estuda enriquecimento das florestas do Bioma Pantanal

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Pesquisa inédita estuda enriquecimento das florestas do Bioma Pantanal
13/11/15 - 00:00 
Com 14 mil mudas e cinco mil sementes plantadas até este ano, o Pantanal completa a lista de biomas que levaram a campo os experimentos desenvolvidos pelas equipes do Projeto Biomas. Prevendo o plantio de aproximadamente 30 espécies florestais nativas até 2016, a iniciativa chega a uma fase decisiva na região: a realização dos testes que vão determinar as condições, espécies e métodos mais indicados para o plantio de árvores nas propriedades rurais no Pantanal, ajudando a recuperar a vegetação nativa e oferecendo ferramentas de gestão de paisagem que levem em consideração o Código Florestal e as demandas dos produtores pantaneiros.
"Apesar das florestas do Pantanal, em sua maioria, estarem ‘inteiras' quando comparadas às florestas de outros biomas, essas florestas têm tido um rareamento seletivo de algumas espécies, principalmente das madeireiras, que servem para diversos usos dentro das propriedades pantaneiras. A recomposição ou o enriquecimento das florestas com as espécies mais utilizadas são formas de garantir sua existência no bioma", diz Catia Urbanetz, pesquisadora da Embrapa Pantanal que coordena o projeto na região. De acordo com Catia, plantios como esses – direcionados e em grande escala, com quantidades significativas de mudas e sementes de árvores nativas – estão sendo feitos pela primeira vez na história do bioma.
Os plantios
Para suprir as demandas das propriedades pantaneiras, o projeto Biomas implantou sete experimentos na região. A equipe coletou cerca de 150.000 sementes de espécies arbóreas nativas para investigar quais espécies podem ser melhor aproveitadas nos sistemas produtivos das fazendas do Pantanal e na conservação do ambiente. A área experimental tem 37 hectares e está localizada na fazenda Santo Expedito, no Pantanal da sub-região da Nhecolândia, a cerca de 150 km de Corumbá (MS).
Alfredo Machado, dono da propriedade, afirma que apoia as ações do projeto tanto pela possibilidade de suprir a grande demanda por madeira da fazenda quanto pelo estímulo à preservação ambiental. "Eu acredito que essas árvores devam ser preservadas pela manutenção do sistema, para evitar o desmatamento. E reflorestar as regiões de onde as árvores já foram tiradas, acho de suma importância".
O Projeto
Os plantios no Pantanal são uma parte do Projeto Biomas, que é uma iniciativa de grandes dimensões. Com 11 unidades da Embrapa envolvidas, cerca de 50 instituições participantes – incluindo universidades, institutos de pesquisa, empresas privadas e outras organizações que reúnem mais de 400 pesquisadores – e a parceria firmada entre a Embrapa e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), foi possível focar a pesquisa em um objeto de estudo simples, mas fundamental para o aprimoramento das atividades produtivas no Brasil: a árvore.

Com viveiros e áreas experimentais implantados por meio do projeto nos seis biomas do país, as equipes estudam a inserção do componente florestal nas propriedades rurais brasileiras desde 2010 – e de que forma esse recurso pode servir tanto para a aplicação e aprimoramento do Código Florestal quanto para beneficiar essas propriedades, seja em aspectos ambientais ou produtivos. Para isso, as pesquisas estão focadas nas seguintes grandes áreas: Áreas de Preservação Permanente (APP), que são as margens de rios e nascentes e os topos de morro; Áreas de Reserva Legal (ARL), que são áreas com florestas que devem ser mantidas na propriedade (cujo percentual varia de acordo com cada bioma), mas que podem ser manejadas; Áreas de Uso Alternativo do Solo, que são as áreas produtivas das propriedades, e as Áreas de Uso Restrito (AUR), como é o caso do Pantanal, com legislações específicas para o uso, a preservação e a conservação das terras.

Segundo Gustavo Curcio, pesquisador da Embrapa Florestas que idealizou e coordena nacionalmente o projeto, "a sociedade ganhou uma maturidade muito importante com as discussões sobre o Código. Mesmo assim, é preciso atender aos anseios do produtor por novas formas de pluralizar a propriedade rural. A árvore é esse elemento. O Brasil tem uma biodiversidade arbórea incomparável e as funcionalidades ecológicas, bens e serviços que elas podem nos proporcionar são imensas. É só uma questão de avançar nas pesquisas, nessa linha de trazer a árvore para dentro da propriedade", afirma. "É uma proposta que vai atender não só ao produtor, mas também à legislação", completa.
Ações pelo Brasil
O projeto lida com uma biodiversidade muito ampla, que pode mudar completamente de um bioma para outro. Para considerar as diferentes demandas e ainda incluir as características de cada região do país em uma mesma iniciativa, o projeto determinou áreas de referência, com vegetação nativa, e áreas experimentais para fazer as pesquisas nos seis biomas brasileiros, com equipes e coordenações regionais para cada um deles.

 "Todo produtor do Brasil quer fazer sua cerca, quer fazer lenha, vigamento, galpão, ponte, poste... as demandas já são bem conhecidas. O que nós temos que apresentar com mais presteza é a diversidade que está a favor de atender essa multiplicidade de usos das arbóreas, assim como as outras potencialidades de seu uso (como os sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta) – além, é claro, de considerar formas de preservação e recuperação ambiental", diz Gustavo.

Cada bioma está em um estágio diferente do trabalho. Enquanto no Pantanal a fase de plantios deve ser finalizada em 2016, nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, por exemplo, ela já foi concluída, gerando resultados de pesquisas que deverão ser transmitidos a técnicos multiplicadores e produtores por meio de capacitações à distância – realizadas com o apoio do Senar.

As tecnologias desenvolvidas pelo projeto, segundo o coordenador nacional, também devem chegar ao produtor por meio de publicações, cursos, participações nos dias de campo e através do siteprojetobiomas.com.br, que possui várias informações organizadas por região. Para Gustavo Curcio, existem diversas formas de mostrar que a árvore na propriedade rural pode se transformar em ganhos para o meio ambiente, para o produtor rural e para a sociedade. "Dentro dos sistemas que existem de proteção, de preservação e de produção, a gente pode melhorar muito e eu acho que devemos nos esforçar para isso. Nós podemos fazer do Brasil algo muito melhor", conclui o pesquisador.
O PROJETO BIOMAS
O Projeto Biomas, iniciado em 2010, é fruto de uma parceria entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com a participação de mais de quatrocentos pesquisadores e professores de diferentes instituições, em um prazo de nove anos. Os estudos estão sendo desenvolvidos nos seis biomas brasileiros para viabilizar soluções com árvores para a proteção, recuperação e o uso sustentável de propriedades rurais nos diferentes biomas.

O Projeto Biomas tem o apoio do SENAR, SEBRAE, Monsanto e John Deere. No Pantanal, o Projeto Biomas é coordenado pela Embrapa Pantanal, com o apoio da Embrapa Florestas, e conta com a colaboração das Universidades Federais do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e da Grande Dourados (UFMT, UFMS e UFGD), Universidades Estaduais do MS e MT (UEMS e UNEMAT) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO).

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

MICROGERAÇÃO - energia renovável

Micro quer ser grande:

Desde abril de 2012, quando a ANEEL publicou a norma para microgeração distribuída de energia elétrica, apenas 670 microcentrais geradoras foram instaladas no Brasil, sendo 631 de painéis solares fotovoltaicos (quase todas painéis solares em telhados). A lenta adesão levou a agência a abrir consulta pública para revisar as regras, com objetivo de atingir 500 mil a 700 mil unidades de microcentrais geradoras instaladas em dez anos.

Parece muito, mas não é. Só na Alemanha, nos últimos dez anos, foram instalados mais de 1,4 milhão de unidades de microgeração solar, com potencial instalado de 38 mil MW (mais de duas vezes o potencial da Hidrelétrica de Itaipu). Isso num país que no melhor local para geração de energia solar tem potencial abaixo de Santa Catarina, nossa região de menor potencial.
Entre as principais propostas para superar os entraves para rápida adoção da microgeração identificados nas audiências públicas promovidas pela ANEEL estão a isenção do ICMS na autogeração, a autorização de transferência e/ou comercialização dos excedentes de geração, a possibilidade de condomínio ou associação de produtores e a redução drástica do tempo para conectar a microgeração na rede (a instalação demora poucos dias, mas a conexão na rede em algumas distribuidoras supera um ano).
A adoção da microgeração em escala é uma tremenda oportunidade para o Brasil num momento de forte crise econômica, energética e política. A instalação dos painéis solares é muito rápida e não exige licenciamento e obras civis (e tão pouco empreiteiras). Entre a contratação e entrega são semanas, e não anos.
É uma enorme oportunidade de geração de trabalho e renda. Nos Estados Unidos, que instalaram 200 mil unidades em 2014, foram gerados 174 mil empregos diretos e quase 700 mil indiretos. Além disso, a formação de mão de obra é simples e rápida. Com um curso de dois dias, um eletricista é capaz de montar uma equipe de três pessoas para realizar instalações residenciais. Dependendo do sistemas de financiamento e incentivos, o retorno sobre investimento pode cair dos atuais sete para três anos.
O estímulo à implantação da microgeração deve se dar especialmente para a população mais pobre e que mais sofre com a recente alta na conta de luz. A simples inclusão das unidades microgeradoras como equipamento básico nos projetos do Minha Casa Minha Vida já traria um beneficio imediato como mostra o bem-sucedido piloto realizado em um condomínio do programa em Juazeiro (BA), onde a geração fotovoltaica, instalada com mão de obra dos moradores, cobre todas as despesas de condomínio.
Que venha logo na nova regulamentação da ANEEL. É hora da microgeração se agigantar.
[Por Tasso Azevedo]
[Colaboração Adryel Sostenes]

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

POR QUÊ DESTRUIR?

SE VOCÊ CORTAR DEZ ÁRVORES E NÃO PLANTAR NENHUMA, nossa saúde e do planeta ficará de mal a pior...

LIXO ELETRÔNICO AMEAÇADOR:

Brasil descarta por ano 1,2 milhão de toneladas de lixo eletroeletrônico
Lixo eletrônico chegará a 48 milhões de toneladas em 2017 no mundo:


Toneladas de material são descartadas com tantas novidades da tecnologia.

O mundo inteiro tem visto o CRESCIMENTO AMEAÇADOR DE UMA FORMA DE POLUIÇÃO que avança em ritmo acelerado: a do lixo eletrônico. Alguns números da ONU mostram o tamanho desse problema. Em 2017, o volume desse lixo no planeta vai ser de quase 48 milhões de toneladas. É o equivalente a 130 prédios como o Empire State Building, de Nova York. E o Brasil aparece entre os países que mais geram lixo eletrônico. No continente americano, a gente só perde para os Estados Unidos.
O destino e a reciclagem desse tipo de lixo são temas da série de reportagens do Dennys Leutz e do Alberto Gaspar que o Jornal Nacional apresenta a partir desta segunda-feira (9).
Assim que o dia começa, desde o primeiro copo d´água, por trás de cada gesto: eletrônica. Café da manhã, notícias. Ao sair de casa, alguns equipamentos nos acompanham, e vamos acionando outros, pelo caminho.
Se carregássemos, com a gente, todos os eletroeletrônicos que usamos, a imagem seria absurda. E a paisagem ao redor? Das ruas, da cidade inteira? A maior parte dos aparelhos não sai de casa. Mas todos, cedo ou tarde, são descartados. Lidar de maneira adequada é um desafio que preocupa o mundo inteiro.
A última estimativa é de 1,2 milhão de toneladas de lixo eletroeletrônico por ano no Brasil.
Parece muito, mas é pouco, no total de resíduos sólidos gerados no país, perto de 80 milhões de toneladas. Mas o crescimento desse lixo de luxo tem sido grande.
Segundo dados do Banco Mundial, o volume dele aumenta três vezes mais rápido do que o do lixo comum. Destaque para economias emergentes, como as dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), onde a ampliação das populações de classe média tem gerado uma procura explosiva por esses bens de consumo.
Além do volume crescente, o que complica a destinação correta, a reciclagem desse material, é a complexidade dele. Em cada aparelho, centenas de componentes, milhares de conexões, uma infinidade de materiais.
“Parece simples, isso aqui é plástico, isso é plástico, aqui você tem plástico. Só que esse plástico tem uma temperatura de fusão que não bate com essa aqui, que não combina com o botão, que não combina com essa etiqueta plástica, que não combina com os rolamentos. Cada um é um plástico”, explicou Júlio César De Andrade, gestor da central de resíduos eletrônicos.
Julio é um empresário que trabalha com sucata eletrônica em parceria com a prefeitura de Sorocaba, no interior paulista. Ele explica qual o material mais valioso.
“O que tem valor agregado, que interessa para a gente, são os componentes eletrônicos mesmo. Memória, processador”, afirmou Júlio.
Essas placas de circuito integrado, cada vez mais presentes em tudo, contêm metais pesados e potencialmente poluidores, como chumbo, mercúrio, cádmio, níquel. Mas também metais valiosos como ouro, prata, cobre. O garimpo urbano, atrás desses elementos, é intenso. 
E nem é preciso procurar muito. Onde existe lixo, existem materiais eletrônicos. Num local, as pessoas trabalham basicamente reunindo papelão e plástico. Mas encontra-se muito mais coisas. Inclusive na beira de um córrego, onde eles trabalham. Pode não parecer, mas um dos objetos é uma tela de TV já dessas modernas, fininhas. E olhando mais para lá, se encontra de tudo.
E Dona Luciana aproveita tudo que pode.
Jornal Nacional: A senhora abre esses equipamentos?
Luciana: Abrimos.
Jornal Nacional: Onde a senhora faz isso?
Luciana: Aqui mesmo, sentada aqui.
A retirada dos metais das placas não deve ser trabalho de fundo de quintal. E existem vídeos, na internet, ensinando a fazer isso com o uso de substâncias perigosas, como ácidos.
A equipe do JN localizou um tal "professor": um técnico em manutenção de computadores de Osasco, na grande São Paulo. Ele reconheceu: além de perigosíssimo, o método não dá resultado. Mas e o risco pra quem seguiu as instruções dele?
Jornal Nacional: O senhor nunca tinha pensado nisso?
Técnico: Não, não tinha pensado nisso.
O reaproveitamento de certos materiais, principalmente metais, presentes nos resíduos eletrônicos não significa somente que eles vão deixar de degradar o meio ambiente em lixões. Na verdade, isso significa também uma redução na necessidade de se minerar esses elementos, retirá-los da natureza – o que também é uma agressão ao meio ambiente.
Para se ter uma ideia, em sete anos, só a extração de ouro e cobre no Brasil gerou, em sobras de mineração, o equivalente ao peso do Pão de Açúcar, calculado em 580 milhões de toneladas.
“Na Suécia, já se fala de mineração do resíduo eletroeletrônico. Indica que, ao invés de tirar os minerais preciosos, por exemplo, da mina, eu vou fazer mineração nos resíduos eletroeletrônicos”, afirmou Tereza de Brito Carvalho, coordenadora do Laboratório de Sustentabilidade- Poli/USP.
O processo correto, industrial, nem existe em grande escala no Brasil, que, basicamente, exporta as placas para poucas usinas especializadas, na Europa e na Ásia. O que existe por aqui é muita pesquisa, como no laboratório da faculdade de química da USP que estuda métodos para a separação de metais. Uma área que só tende a crescer. 
“Nós estamos indo agora para um caminho onde a reciclagem é tão importante quanto a mineração. Ou mais. Por exemplo, é o caso do alumínio. Hoje, o alumínio processado já consegue ganhar, em certos lugares, do alumínio produzido por mineração, graças a Deus”, contou Henrique Eisi Toma, professor titular do instituto de Química/USP.

sábado, 7 de novembro de 2015

DESTRUIÇÃO DA FLORESTA:

"O Nobre Jacarandá e o Machado Destruidor"


Pobre jacarandá
solitário tão sozinho
Antes imensa floresta
Hoje a beira do caminho




Resistindo a insana devastação
Através dos tempos quantos vieram ao chão?

Sou jacarandá
A minha extinção, não tarda acontecerá
Resisti a grandes tempestades
Que me jogavam pra lá e pra cá

Em sintonia com os ventos
E tormentas a me castigar
Que jamais iriam me derrubar

Hoje rendo-me aos homens
Este nobre jacarandá
A um machado destruidor
Que se põe a devastar

A cada golpe recebido,
Um gemido se espalha pelo ar

Madeiras seculares,transformadas em carvão
Árvores imponentes, antes habitavam este chão

Lágrimas sobre seu dorso a escorrer
Como olhos a chorar
A dor de um machado,a lhe sangrar

Em breve o nobre jacarandá
Deixará de existir
Aos golpes do machado não há como resistir

A natureza ceifada
A estes golpes destruidor
Sofre calada
Sentindo sua dor...


            [O Poeta do Sertão]

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

NOVOS ALIMENTOS:

Infografia

Segundo as novas regras, os novos alimentos vão ser sujeitos a um processo de avaliação e autorização harmonizado ao nível da UE.
Já ouviu das sementes de chia ou dos flavonoides da raiz de alcaçuz? 
São apenas dois dos "novos" alimentos autorizados recentemente. 
Os eurodeputados votaram esta quara-feira um relatório que pretende
 simplificar o procedimento de autorização com 359 votos a favor, 
202 contra e 127 abstenções. O texto terá ainda que receber a luz 
verde dos governos.

A atual legislação data de 1997. Desde então já foram desenvolvidos vários
tipos de novos alimentos e de ingredientes, tornando necessário adaptar o
 regulamento para refletir os atuais progressos científicos e tecnológicos.
As novas regras visam assegurar a proteção da saúde pública sem prejudicar
a inovação na UE. 

O que são novos alimentos?

"Novos alimentos" incluem produtos como insetos, nanomateriais, mas também
fungos, algas e novos corantes. São alimentos desenvolvidos a partir de
 novas tecnologias ou processos de produção. Os alimentos consumidos
tradicionalmente fora da UE também são considerados novos alimentos.

Atualização do regulamento sobre novos alimentos

Segundo as novas regras, os novos alimentos vão ser sujeitos a um
processo de avaliação e autorização harmonizado ao nível da UE. A
 Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos deve levar a cabo
 uma avaliação sempre que um alimento possa ter impacto na saúde humana.

Como pedido pelos eurodeputados a nova legislação regula ainda a
colocação no mercado de alimentos provenientes de animais clonados,
define o que são nanomateriais e impõe restrições aos ensaios em animais.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

SUSTENTABILIDADE, o que é?!?


Experimente pesquisar o conceito de sustentabilidade em qualquer lugar 
e encontrará definições que falarão sobre: “pensamento sistêmico”,
“equilíbrio dos ecossistemas”, “Relatório Brundtland”, hã? Calma.
Vamos entender isso de maneira mais prática?
A ideia central da sustentabilidade é que é possível continuarmos
vivendo e nos desenvolvendo de forma com que haja continuidade e 
equilíbrio em relação aos recursos disponíveis. Tudo o que se retira – 
sem repor – uma hora se acaba.
Assim, devemos oferecer ao planeta tanto quanto retiramos dele!
O mencionado “Relatório Brundtland”, publicado em 1987, diz que
sustentabilidade é: - “suprir as necessidades da geração presente
sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”.
Esta é a ideia!
Trazendo a discussão para o nosso quintal, se eu posso derrubar uma árvore
porque quero construir minha casinha ali, posso também plantar outras duas
para que meus netos tenham, anos depois, fruta e sombra num dia de sol.
Outra ideia de uma vida sustentável é estabelecer uma relação economicamente
viável com o mundo. Trabalhar e buscar parcerias com quem está perto de nós, 
é melhor; pois, além de fomentar o desenvolvimento daquela região, favorece o 
equilíbrio de todo o meio ambiente à sua volta.
Entenda que é possível cada um de nós trazer para dentro de sua vida, de sua rotina,
de sua casa, as suas próprias ações sustentáveis, que podem ter uma importância
muito maior do que a se imagina!
Limpar o oceano das manchas de óleo que os navios cargueiros despejam parece
uma tarefa impossível, não é mesmo? Mas, separar o lixo, apagar as luzes na hora
de dormir e não desperdiçar a água que utilizamos; está, sim, ao alcance de todos.
E, acredite: é exatamente a força dessa conscientização e dessa união que poderá, um dia, 
deixar limpos e cristalinos todos os oceanos do planeta.

sábado, 17 de dezembro de 2011

COMO PLANTAR ÁRVORES?!?


  • Se optar por uma muda, procure uma que esteja saudável, certifique-se de que não tem fungo ou outro tipo de doença.
  • Antes de plantar sua muda, é necessário saber qual o melhor local para ela.
  • Algumas espécies não aceitam sol, enquanto outras não aceitam sombra.
  • Algumas têm preferência por locais úmidos; enquanto outras por locais áridos.
  • Informe-se para saber a preferência de cada espécie.

IMPORTANTE:

* Para saber as especificidades de plantio de cada espécie de árvore, você deve se informar com quem entenda do assunto. Peça auxílio na Prefeitura de sua cidade.


  • É importante saber que o sucesso do plantio está ligado às condições de luz, umidade, solo e a técnica aplicada no momento do plantio, porém, algumas regras devem ser respeitadas na hora de plantar.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

FAÇA ALGUMA COISA POR AMOR A VOCÊ~~

Se evito que um coração se parta,
não terei vivido em vão;
se suavizo a dor de uma vida,
ou alívio um sofrimento,
ou levo de volta ao ninho
um filhote ferido,
não terei vivido em vão.
(Emily Dickinson)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

CHAMADO~~


Os GARIS'NAT existem para salvar o planeta~~
Nós fazemos a nossa parte... E,
você, faz a sua???

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

FRANCISCO DE ASSIS(São) - Patrono da Natureza/mãe e dos GARIS'NAT.

Senhor,
Fazei-me um instrumento de vossa Paz!
Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz.

Oh! Mestre fazei que eu procure mais...
Consolar, que ser consolado.
Compreender, que ser compreendido.
Amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe...
É perdoando que se é perdoado...
e, é MORRENDO que se VIVE para a VIDA ETERNA!!! 

=> Paz, amor, perdão, união, fé, verdade, esperança, alegria, luz [(consolar, compreender, amar)] = MORRENDO, VIVE VIDA ETERNA~~ ;)